quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Informática e educação - Era da informação




Informática e educação - Era da informação

Duração: 00:12:43
Série: Informática e educação
Nível de ensino: Geral

Sinopse

Para os jovens de hoje em dia, é difícil imaginar como era o mundo antes das tecnologias de comunicação. Atualmente eles trocam mensagens pela internet, falam em tempo real com os colegas, usam uma linguagem própria para se comunicar e fazem praticamente tudo com o computador, celular ou tablet. A informação está cada vez mais acessível neste contexto. O programa debate como a escola deve encarar as redes sociais, salas de bate papo, blogs e outras ferramentas de comunicação que exercem grande fascínio na geração atual.

Outras informações

Ano de produção: 2011
Público-alvo: Professor
Faixa etária: A partir de 18
Área temática: Informática, Escola-Educação, Língua Portuguesa
País de origem: Brasil
Versão do áudio: Áudio original
Produtora: TV Escola/UFMG
Diretor: Alfredo Alves e Cristina Maure

Fonte: http://tvescola.mec.gov.br/tve/video?idItem=750

Informática e educação - Era do conhecimento






Informática e educação - Era do conhecimento

Duração: 00:12:45
Série: Informática e educação
Nível de ensino: Geral

Sinopse

Para viver em sociedade, o homem precisa se comunicar. As diversas formas de entrar em contato com o próximo têm evoluído com o passar do tempo e, atualmente, mensagens que antes demoravam até meses para chegar podem ser entregues em segundos. O programa analisa os hábitos da geração digital e levanta questões sobre o papel da escola neste novo contexto, apresentando relatos de professores que levaram para a sala de aula o debate sobre um novo olhar para a construção do conhecimento.

Outras informações

Ano de produção: 2011
Público-alvo: Professor
Faixa etária: A partir de 18
Área temática: Escola-Educação, Informática, Ética
País de origem: Brasil
Versão do áudio: Áudio original
Produtora: TV Escola/UFMG
Diretor: Alfredo Alves e Cristina Maure

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Encontro Regional dos Núcleos Tecnológicos Municipais com a UNDIME em Cuiabá



Reuniram-se neste dia 18 de dezembro em Cuiabá os Núcleos Tecnológicos Municipais, num encontro regional para avaliar os trabalhos realizados em 2013 e fazer alguns encaminhamentos para o planejamento de 2014. Estiveram presentes os coordenadores dos NTMs: Katia Aparecida Gonçalves Tissiani - Água Boa; Luzeni Ferreira da Silva e a formadora Eliana Arruda do Amaral - Cuiaba, Nilton Matsui - Sinop; Benedita Santana - Várzea Grande e faltaram Elenir Fátima Fanin - Terra Nova do Norte; Elisangela Lopes de Lima Carvalho - Jaciara e Osvaldo Rodrigues de Sousa – Diamantino, discutindo a seguinte pauta proposta pela Coordenação Estadual do Proinfo Integrado através de seu coordenador Thalles Fernando de Andrade Monteiro: Projetos a serem desenvolvidos nos NTMs; parceria CEFAPRO/NTM – formação; criação de Lei Municipal para direcionar recursos para o atendimento anual do NTM; Composição do NTM – nomeação dos cargos(quadro funcional); plano de trabalho para 2014; projetos a serem executados extra-proinfo; certificação de todos os cursos pelo ambiente; finalização e avaliação das turmas no ambiente Proinfo Integrado(SIPI); criação e manutenção dos blogs dos NTMs; SMEs e sites da Prefeituras; seletivo dos tutores bolsistas para 2014 e critérios a serem utilizados; orientação sobre o envio de relatórios dos cursos; acompanhamento da utilização e funcionamento dos LIEDs pelo Proinfodata;  acompanhamento de preenchimento dos dados no SIGITEC, material a receber e solicitação de upgrades dos laboratórios de informática; conhecendo o portal de compras – Sigarpweb do MEC; Internet Banda Larga e sua medição - velocidade; infraestrutura dos NTMs; uso de uniformes para cada NTM em 2014; curso de especialização online proinfo: Especialização em educação para a cultura digital – UFSC, avaliação do ano 2013; programação e planejamento para 2014; apoio do gestor municipal para as ações dos NTMs.

Lembrando ainda que o Coordenador Estadual do Proinfo Integrado/SEDUC e da Formação Continuada em Tecnologia Educacional/SEDUC profº Ms. Edevamilton Lima de Oliveira esteve presente para prestigiar o evento e confirmar as parcerias entre SEDUC/UNDIME/MEC. Thalles afirmou que: “durante o ano de 2013 os Núcleos Tecnológicos Municipais do nosso estado conseguiram desempenhar um trabalho de dedicação e sucesso. Um exemplo disso é que os municípios buscam dar continuadade ao projeto NTM no próximo ano e atender todos os profissionais da educação com a formação em tecnologia educacional”.


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

PREMIAÇÃO DO II CONCURSO DE BLOGs EDUCATIVOS DE SINOP-MT





A Secretaria Municipal de Educação ­ SME, através da Coordenadoria deProgramas e Projetos e do Núcleo Tecnológico Municipal “Maria Tereza da Silveira Gava”, propôs a realização do Projeto II Concurso de Blogs Educativos a ser realizado durante o ano letivo de 2013. 
As inscrições foram realizadas no período de 30 de agosto a 16 de setembro de 2013, no Núcleo Tecnológico Municipal “Maria Tereza da Silveira Gava”, situado à Av. das Embaúbas, 1288.

Foram inscritos nas categorias:

  •   Categoria escolas foram um total de 08 inscritos
  •   Categoria unidades de Educação Infantil um total de 03 inscritos
  •   Categoria Professores um total de 16 inscritos
  •   Categoria Alunos do 6º ao 9º ano e EJA um total de 12 inscritos
É com grande satisfação que convidamos a todos para a divulgação dos nomes dos vencedores juntamente com a entrega dos merecidos prêmios, aos que estão utilizando o blog para enriquecer suas práticas.

Neste evento estaremos entregando os certificados dos cursos: Introdução à Educação Digital, Elaboração de Projetos, Tecnologia na Educação e Redes de Aprendizagem.
Agradecimentos aos:

Professores e Alunos, Escolas, Creches e CMEIs participantes do II Concurso de Blogs Educativos da Rede Municipal de Sinop

Agradecimentos aos Avaliadores: Profª Drª Sandra  Luzia Wrobel Straub, Profª Ms. Sandra Regina Braz  Ayres, Profª Esp. Telvia Moura Marques, Profª Esp. Elisangela Dias Brugnera, e Sr. Helton Cruz


Equipe Organizadora:

Secretaria Municipal  de Educação 
Núcleo Tecnológico Municipal “Maria Tereza da Silveira Gava”

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Geração Texto

Transcrevo artigo publicado por Lisa Nielsen, em 17.fev.2013, que achei muito interessante. Vale ler o resumo de 11 páginas a que ela se refere (link no texto).

Finalmente! Prova baseada em pesquisa que os alunos utilizam telefones celulares APRENDER!

Um novo estudo realizado pela TRU fornece um corpo de pesquisa que apoia a ideia de que os alunos utilizam telefones celulares (telemóveis) para aprender, e também que as escolas não estão a reconhecê-los ou apoiá-los totalmente, ainda. Esta pesquisa dá crédito ao trabalho de educadores inovadores que estão guiando a "geração texto"¹ de hoje e vai ajudar no esforço de levar mais escolas a pararem de lutar contra e então começar a acolher o uso de dispositivos móveis pelos estudantes para a aprendizagem na escola. Ao invés de proibir, o estudo destaca o fato de que, se nos colocamos onde as crianças estão, podemos alavancar o uso de dispositivos móveis para a poderosa aprendizagem. A pesquisa suporta o fato de que a tecnologia móvel pode inspirar e envolver os alunos, permitindo-lhes conduzir a sua aprendizagem e apoiando-os na escolha e uso dos dispositivos que eles conhecem, amam e preferem. O estudo revela que, autorizados ou não a usar seus aparelhos na escola, os alunos seguem em frente a usá-los para aprender, mesmo se sua escola está atrasada na adoção de dispositivos que os próprios estudantes possuem.

As crianças têm, FINALMENTE, um caso (case) a apontar que eles realmente precisam de dispositivos móveis para aprender. A pesquisa é a primeira de seu tipo e examina como estudantes do 6º ao 8º ano (11 a 14 anos) estão usando dispositivos móveis, revelando que estas ferramentas estão realmente ajudando as crianças a aprender melhor matemática e ciência, e aumentar a sua confiança e motivação, apesar do fato de que a maioria das escolas (88%) proíbem estritamente o seu uso para a aprendizagem.
Apesar da percepção por parte de alguns pais e professores que os telefones celulares são uma distração para crianças, este estudo americano revela que as crianças merecem mais crédito que 1 em cada 3 estão usando seus dispositivos para completar a lição de casa e aprender melhor.
Aqui estão alguns dos resultados mais interessantes do estudo:
  • "Um número inesperado de alunos do final do ensino fundamental (de todas as etnias e de rendimentos) dizem que estão usando dispositivos móveis, incluindo smartphones e tabletes para fazer sua lição de casa. A pesquisa da TRU anterior indicava que alunos desse ciclo de ensino estavam usando smartphones e tabletes para comunicação e entretenimento. Contudo, esta é a primeira pesquisa da TRU que mostra que os estudantes do ensino médio também estão usando esses dispositivos móveis para completar tarefas de casa.
    • Mais de 1 em cada 3 estudantes do ensino médio relatam que usam smartphones (39%) e tabletes (31%) para fazer a lição de casa.
    • Mais de 1 em cada 4 alunos (26%) estão usando smartphones para a sua lição de casa, pelo menos uma vez por semana.
    • Alunos do final do ensino fundamental de origem hispânica ou africana usam os smartphones para as lições de casa mais do que os estudantes brancos. Quase metade de todos esses alunos latino-americanos (49%) relatam usar smartphones para as lições de casa. O uso do smartphone para as lições de casa também atravessa os níveis de renda, com quase 1 em cada 3 (29%) dos estudantes das famílias com menores rendimentos relatar o uso de smartphones para fazer suas as lições de casa. (A quota foi estabelecida para garantir um mínimo de 200 entrevistados com renda familiar de 25.000 dólares ou menos.)
  • Apesar do elevado número de alunos dos últimos anos do ensino fundamental que usam laptops, smartphones e tabletes para as lições de casa, pouquíssimos estão usando esses dispositivos móveis na sala de aula, particularmente tabletes e smartphones. Há grande diferença entre o uso de tecnologia móvel em casa e na escola.
  • Enquanto 39% dos alunos pesquisados usam smartphones para as lições de casa, apenas 6% afirmam que eles podem usar o smartphone em sala de aula para o trabalho escolar. Também existe uma lacuna na utilização de tabletes. Apesar de 31% dos alunos dizerem que usam um tablete para lições de casa, apenas 18% afirmam utilizá-lo em sala de aula.
  • 66% dos alunos não estão autorizados a usar tablete para fins de aprendizagem na sala de aula, e 88% não estão autorizados a usar um telefone.
  • Os alunos dizem que o uso de dispositivos móveis como tabletes os faz quererem aprender mais.
  • Uma oportunidade significativa parece existir para escolas que atendem o final do ensino fundamental para envolver mais profundamente seus alunos, aumentando o uso de dispositivos móveis na sala de aula.
    • O acesso a dispositivos móveis em casa é elevado dentro deste grupo e os alunos já estão se voltando para estes dispositivos para completar as lições de casa. Portanto, é natural e altamente benéfico para os alunos que se amplie o uso de dispositivos móveis em sala de aula.
    • Educação e formação de professores na integração efetiva das tecnologias móveis em instrução pode proporcionar benefícios significativos para todos. O uso de dispositivos móveis em sala de aula parece ter o potencial de sustentar, e até mesmo aumentar o interesse pela Matemática e pela Área da Ciências da Natureza e suas Tecnologias², à medida que os estudantes avançam para o ensino médio.
É hora de se espalhar pelo mundo e garantir que os educadores conheçam a riqueza de formas para segura, ética e efetivamente utilizar o poder da tecnologia móvel com os alunos para o trabalho de casa e na sala de aula. Para ideias e apoio no uso de telefones celulares para a aprendizagem confira Teaching Generation Text: Using Cell Phones to Enhance Learning  (Ensino Geração Texto: usando telefones celulares para melhorar a aprendizagem).

Metodologia da Pesquisa

Fundação Verizon encomendou a TRU de conduzir a pesquisa quantitativa sobre uso da tecnologia dos alunos do final ensino fundamental. A TRU realizou 1.000 entrevistas online entre os estudantes do sexto ao oitavo ano, com idades entre 11 e 14 anos, gerando uma margem de erro de +3,0%. Uma quota foi estabelecida para garantir um mínimo de 200 entrevistados com renda familiar de US $ 25.000 ou menos. Salvo indicação em contrário, todos os dados relatados baseiam-se num tamanho de base estatisticamente fiável de n = 100 ou superior.

Lisa Nielsen escreve e fala para o público em todo o mundo sobre a aprendizagem inovadora e é frequentemente coberta pela mídia local e nacional por suas opiniões sobre a "Paixão (sem dados) de Aprendizagem Dirigida", "Thinking Outside the Ban" para aproveitar o poder da tecnologia para aprendizagem, e usando o poder das mídias sociais para dar voz aos educadores e alunos. A senhora Nielsen trabalhou por mais de uma década em várias ações para apoiar a aprendizagem de forma real e inovadora que irá preparar os alunos para o sucesso. Além de seu blog premiado, O Educador Inovador , os artigos da Sra. Nielsen são destaque em lugares como o Huffington Post , Tech & Learning, ISTE Connects, ASCD Wholechild , Mindshift , Liderar e Aprender , The Unplugged Mom, e é autora do livro Teaching Generation Text .

Notas de tradução:
¹ O artigo faz referência à "geração texto", que é um termo usado para se referir aos jovens de hoje que passam bom tempo se comunicando por mensagens de texto em diversos dispositivos.
² O texto original cita STEM, acrônimo formado com as iniciais em inglês para ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

Fonte: http://eductil.blogspot.com.br/2013/08/gt.html

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Relatório da CGU denuncia má gestão de recursos do Fundeb

01 de Agosto de 2013 - 10:35
Fonte: Agência Brasil

Relatório de Avaliação de Programas de Governo da Controladoria-Geral da União (CGU) aponta irregularidades na gestão de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O levantamento mostra que nos quatro estados e 120 municípios avaliados foram detectados casos de salários abaixo do piso salarial e despesas incompatíveis.

O Fundeb, criado em 2006, redistribui recursos públicos da educação para o aluno. O estudo divulgado ontem (31) revela que o programa foi escolhido em razão do "seu alto número de denúncias, por movimentar um grande volume de recursos e por já ter apresentado falhas graves na execução dos recursos, como falta de comprovação documental de despesas e fraudes nos procedimentos licitatórios".

O levantamento aponta que das 124 fiscalizações feitas, apenas em 83 foram verificadas a utilização do mínimo de aplicação de 60% dos recursos na remuneração dos professores. O índice demonstra a adoção de "procedimentos inadequados" quanto ao cumprimento do pagamento dos magistrados.

Também foram observadas nas fiscalizações, que os processos de aquisições apresentaram "graves ocorrências de diversas irregularidades". De todas as unidades fiscalizadas, 49 obtiveram falhas como montagem, direcionamento e simulação de processos licitatórios. Outras 28 apresentaram falhas diversas na execução dos contratos. Em 12, foram encontradas despesas com preços acima da média do mercado.

O estudo destaca ainda, que em 69,35% dos municípios foram verificadas despesas incompatíveis com o objetivo do Fundeb. Os índices também apontam que 73,75% dos entes fiscalizados cometeram falhas nos processos licitatórios. Em 25% dos entes analisado foram encontradas irregularidades nos contratos.

A CGU informa que a "constatação de inconsistências na realização de despesas e graves ocorrências de diversas irregularidades nos processos de aquisições, demonstra incompatibilidade entre despesas e os objetivos do programa". O levantamento ressalta também que é necessário aperfeiçoar a legislação e dar maior monitoramento para evitar a "fragilidade no controle da aplicação dos recursos".

Em nota, o Ministério da Educação defende que "qualquer irregularidade deve ser apurada e punida com rigor". O comunicado destaca também que os recursos do Fundeb "não são do Ministério da Educação, são de fundo com transferência constitucionalmente definida como obrigatória e automática para estados e municípios". No entanto, a pasta defende a parceria com a CGU para maior fiscalização e controle dos gastos públicos.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Projeto de CMEI leva o Joaninha para a sala de aula

Com o Tema “Projeto de Educação Infantil: Joaninha”, o Centro Municipal de Educação Infantil Santo Antonio, que fica na rua das Azaléias, nº 55, despertou nos alunos do pré, a observação e interesse pelo conhecimento científico sobre a história do piloto e sua origem. 

O piloto Gilmar Flores conhecido como “Joaninha” estará na unidade às 8h para ser entrevistado pelos alunos. Segundo a diretora Maria Aparecida de Oliveira Kaiser, o projeto partiu do interesse dos alunos pelo tema, após uma roda de conversas sobre o que gostariam de ser e aprender no futuro. “Surgiram varias profissões durante a conversa, dentre estas, a de piloto foi a mais comentada e envolveu a maioria, surgindo assim o nome do piloto Joaninha como tema para o projeto de estudos. 

Além disso, foi uma forma de valorizar o ídolo da nossa cidade”, informou. Segundo a professora da classe que desenvolveu o projeto, Chilmara Balazem Pereira diferentes conteúdos foram abortados a partir do tema central a fim de agregar mais informações de forma lúdica para os alunos. “O projeto teve o objetivo de apresentar o piloto Joaninha. 

A partir desse tema, foi possível reconhecer a importância dos esportes populares e locais, bem como, despertar o interesse pelas leis de trânsito e observar o trânsito e os cuidados necessários para preservação da vida. Com isso, esperamos que a criança não se torne apenas um apreciador, mas também assuma seu papel como agente de pesquisa, criando dentro de si o desejo de buscar respostas para suas curiosidades e necessidades”, explicou. 

O trabalho pedagógico está em consonância com o Plano Político Pedagógico (PPP) da educação infantil que consisti em dirigir a conduta escolar a partir do desenvolvimento e interesse da criança. Para a coordenadora de Educação Infantil Sandra Donato é uma satisfação muito grande constatar que os educadores da educação infantil estão colocando em prática o PPP. “É muito satisfatório saber que os educadores estão tendo uma visão ampla das competências e habilidades essenciais em todas as experiências e de como se inter-relacionam, fazendo com que o trabalho pedagógico especialmente o de sala de aula, seja significativo de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais”, ressaltou. 

Fonte: Secom 
Autor: Secom / Andressa Amara